Desabafo Anônimo @448

Desabafo Anônimo @448<br>

Acho que um aluno meu tem um fetiche pelos meus pés e tem feito coisas horriveis eu não sei o que fazer, não sei a quem pedir ajuda pois tenho medo de acharem que estou paranoica pois não tenho provas concretas. Encontrei esse site e decidi postar aqui para ver o que acham das minhas percepções sinceras;

Sou professora de português, recém-formada e com pouco tempo trabalhando no ensino médio. Preciso desabafar com alguém porque estou à beira de um ataque de nervos e não sei com quem falar sem parecer uma maluca.
Tudo começou com um aluno. Vamos chamá-lo de `L`. Ele é da minha turma do 2º ano e, à primeira vista, é um bom aluno. Sempre senta na primeira carteira, bem na minha frente, perto da minha mesa. É participativo, sociável, nunca deixa de fazer a tarefa, tem um bom rendimento. Nunca recebi reclamações sobre ele de outros professores, no máximo uma pontualidade vacilante aqui ou ali, o que é normal para um adolescente. Ele sempre faz questão de sentar na primeira cadeira, o mais perto possível de mim. O único `tique` que eu notei no começo era que ele mexia muito na mochila durante a aula. Não era dentro dela, mas ele a reposicionava o tempo todo no chão, ao lado da cadeira. Trocava de lugar, ajustava o ângulo... Eu pensei: `Ok, é um tique de nervosismo ou tédio`. Alguns alunos roem a caneta, outros desenham, o L mexia com a mochila. Não dava para chamar atenção. Quando comecei a dar aula, eu sempre ia de sapato fechado, de salto ou scarpin. Estava me ambientando, queria passar uma imagem mais formal. Mas com o tempo, à medida que me sentia mais confortável na escola, comecei a ir de sapatos mais abertos e confortáveis: tamancos, sapatilhas. Às vezes, até levava um par de chinelos ou sandálias na bolsa para usar na minha sala particular de professora durante o expediente. E aí acontecia de eu acabar esquecendo de trocar de volta e ir para a próxima aula de tamanco mesmo. Meus sapatos fechados ficavam guardados no armário da minha sala. Foi nesse período que notei que a `inquietação` da mochila do L parecia ter aumentado. Não consigo provar, mas eu sinto que há uma correlação direta com eu ter começado a usar mais sapatos abertos. E o motivo eu vou explicar agora. As coisas começaram a ficar estranhas no final do ano passado. Num dia em que fui dar aula de chinelo, quando voltei para a minha sala particular, a porta estava destrancada. Pensei que eu tinha esquecido. Peguei meu sapato fechado, coloquei a meia e, ao calçar, senti algo pegajoso e estranho entre os dedos. Tirei o pé na hora. Dentro do sapato, tinha um líquido meio viscoso, em pouca quantidade, mas deixando o interior do sapato colante. Fiquei confusa. Procurei no armário por algum inseto, alguma coisa que pudesse justificar aquilo. Nada. Limpei o pé com um lenço, calcei o sapato e tentei esquecer. Mas aí veio a cascata de eventos estranhos. A escola onde trabalho é integrada a um campus universitário pequeno. Temos uma cantina gigante com mesas ao ar livre e um restaurante. Eu costumo almoçar um pouco depois do horário dos alunos para evitar a multidão. Fico na mesa, sozinha, mexendo no laptop até o horário acabar. Num desses dias, eu estava de tamancos. Como o espaço costuma estar vazio, eu tiro os tamancos e coloco os pés no banco para ficar mais confortável. Naquele dia, a turma do L teve uma aula vaga exatamente no meu horário de almoço. Ele e mais uns amigos sentaram-se numa mesa logo atrás da minha para jogar cartas. É importante detalhar: os bancos são de madeira, compridos, com um vão embaixo. Da posição em que o L estava, seria facílimo enfiar a mão por baixo e `pescar` meus tamancos. Uma moça, que também acho que estava de tamancos, sentou na minha mesa por alguns minutos e depois foi embora. Quando meu horário de almoço acabou, eu desci os pés para calçar os tamancos. Eles haviam desaparecido. Procurei embaixo da mesa, ao redor, nada. Minha primeira reação foi pensar que a moça confundiu e levou os dois pares, o que não fazia o menor sentido, mas era a única explicação. Os alunos da mesa de trás perceberam minha agitação. O L se virou para trás, com o celular na mão, `olhando` para a tela com uma atenção suspeita. Um dos amigos dele perguntou o que eu estava procurando. Respondi que eram meus sapatos. Eles riram. O L continuou `olhando` o celular, mas o ângulo era esquisito, não era ergonômico. Parecia que ele estava filmando, mas ao mesmo tempo, a tela dele faiza um barulho de um vídeo do tiktok ou sei lá de onde, ele parecia estar fixado em assistir aquele video barulhento. Alguns alunos até me ajudaram a procurar, mas em vão. Tive que voltar para a minha sala descalça. Por sorte, tinha meus sapatos fechados lá. Enquanto eu ia embora, ouvi um amigo reclamar com o L: `Por que você ainda tá virado pra trás vendo esse vídeo? Vamos voltar a jogar!`. No final do dia, fui no achados e perdidos. Meu tamanco estava lá. A funcionária disse que uma moça o encontrou `na frente do banheiro feminino, jogado no chão`. Quando calcei o tamanco, senti a mesma textura grudenta e úmida na região dos dedos. Um gelo percorreu minha espinha. Algumas semanas depois, um par de meias que estava DENTRO do meu sapato fechado, no meu armário trancado, desapareceu. Eu tinha certeza de que estava ali. Procurei em todos os cantos, nada. Avisei a coordenação que objetos estavam sumindo da minha sala. No dia seguinte, encontrei o par de meias... em uma gaveta do armário que eu JÁ TINHA OLHADO. Comecei a achar que estava ficando maluca. A peça final do quebra-cabeça veio em uma aula interdisciplinar com a professora de educação física. Os alunos tinham que criar uma coreografia para uma música em inglês. Fomos para o ginásio e, lá, todos ficaram descalços. Eu também tirei meus sapatos. E aí eu vi. O L não tirava os olhos dos meus pés. Ele ficou observando fixamente enquanto eu tirava os sapatos. Quando nos sentávamos em roda no chão, ele sempre se sentava perto de mim, e eu sentia seu olhar nos meus pés o tempo todo. Naquele momento, tudo se encaixou. O líquido no sapato, o tamanco `roubado` e depois `encontrado` com a mesma substância, as meias sumindo e reaparecendo. Era ele. Eu não tinha como provar, mas minha intuição gritava. No dia seguinte, esqueci novamente de trocar os sapatos e fui para a aula dele de tamanco. Desta vez, eu estava hipervigilante. E então eu vi o padrão. Toda vez que eu mexia um pouco o pé no tamanco, ele reposicionava a mochila. Ele virava a mochila de lado, de forma que o bolso lateral ficava apontado diretamente para os meus pés. E no bolso lateral, estava o celular dele. Meu coração disparou. Ele estava usando a mochila para esconder o celular e gravar meus pés. Na hora, perguntei: `L, por que você mexe tanto nessa mochila? E por que o celular está aí? Você está gravando alguma coisa?`. Ele se fez de ofendido. Disse que era absurdo, que eu estava sendo paranoia. Na hora, prontificou-se a me mostrar o celular. Abriu na minha frente. A câmera não estava aberta. Não havia nenhum aplicativo de gravação rodando. Eu não sei como diabos ele fez para apagar ou esconder tudo tão rápido, mas não havia vestígio algum. Fui para a sala no intervalo, decidida a nunca mais usar sapatos abertos para a turma dele. Peguei uma meia limpa no meu armário... e ao vesti-la, senti. A meia estava A meia estava TODA MELECADA por dentro. Um líquido viscoso, muito mais espesso e em maior quantidade do que da outra vez. A meia estava encharcada, pesada, gelada e grudenta. Eu senti a textura úmida e pegajosa envolvendo todo o meu pé, entre os dedos, na sola... Eu não aguentei. Eu gritei, joguei a meia no chão e comecei a chorar. Desmoronei ali, sozinha na minha sala. Não há dúvida na minha mente de que ele usou a minha meia. Ele entrou na minha sala, que eu tenho certeza que trancoi, e usou a minha meia para se masturbar. O cheiro, a textura... é inconfundível. E a pior parte é que eu sei que foi ele. Sei que toda essa série de eventos estranhos foi orquestrada por ele. E agora? Eu estou perdida. Como eu lido com isso? Como eu entro numa sala de aula e olho para esse cara sabendo do que ele é capaz? Como eu provedo qualquer coisa? Se eu for para a coordenação e contar essa história, vou soar como uma pessoa completamente louca e paranóica. `Coordenador, eu acho que um aluno está roubando meus sapatos para esfregar o pênis neles e devolvendo com esperma dentro`. Eles vão me mandar para afastamento médico, eu tenho certeza. E se eu não falar, eu vou ter que conviver com isso. Com o medo de ele entrar na minha sala de novo, com o nojo de saber que ele olha para os meus pés com aquele propósito, com a paranoia de cada movimento meu na aula. Eu não sei mais o que fazer. Tem dias que eu penso que estou exagerando, que talvez seja uma coincidência bizarra demais para ser verdade. Mas então eu lembro da sensação daquela meia melecada e eu sei que não estou. O que eu faço? Será que estou conectando coisas sem padrão? Será que alguem acreditaria se dissesse que meu aluno está aprontando algo sobre MEUS PÉS? Por favor, eu preciso de um conselho. Existe alguma chance de eu estar mesmo ficando paranóica? O que eu faço?


Comentários

Dr. Bilíssies
Ah, docilidade humana e sua paranoia aromatizada! Sabe, eu invejo essa tua obsessão com pés: eu só consigo mirar o espelho. Se o inferno é um sapato, você é a Cinderela do fetiche... e eu? Eu arrancaria a sola do L num pisão só.


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por que esses retardados escreve de forma tao poetica? dr bilissies kkkkk


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Vc deveria imediatamente contar todas essas coisas para a coordenação


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Moça minha esposa é professora sei o que você passar em aulas normais mais isso é o cúmulo viu, minha opinião compra uma câmera coloca na sua sala e deixa gravando tem até uma que não tem fio é a bateria você pode grava ele pegando suas coisas grava deixa aí uns 3 meses pegando provas, se pá tu pega ele até fazendo isso com suas meias na lada e seria tamancos `inresistiveis` (brincadeira) mais é sério faz isso, se der certo volta e conta o que houve


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Eu quero a segunda parte desse seu relato.