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Puxa, como posso falar sobre isso? Eu sinto exatamente o mesmo, você pareceu estar me descrevendo. Mas aprendi que todos somos maus em algum momento, temos que lutar contra a nossa maldade e contra o espírito de vítima que as vezes recai sobre nós. As pessoas são tão fúteis, acabam por nos deixar amargurados, sem sonhos, e ver a vida em escala de cinza. Acho que você tem algo que eu também tenho: apego! Nos doar demais aos outros, e a pessoa não retribuir, depois você sai como vilão na primeira briga ou simplesmente é descartado. Mas, temos que pensar no lado do outro, que nem todo mundo é sensível a dor do outro, nem todo mundo tem a capacidade de perdoar, de entender, de ser paciente. E por mais que isso nos doa, é o jeito tentar não ser assim, pois, no futuro, você se orgulhará de ter sido boa mesmo estando quebrada. Quando convivemos com as pessoas e nos doamos por elas, realmente, uma parte nossa fica lá, mesmo que ela se vá, com isso parecemos estar vazios e sem sentido, incompletos. Mas, há sempre algo novo a recompensar a gentileza e a plenitude não é possível nesse mundo cruel. Se você fez mal a alguém, mesmo que hoje veja que foi pouco ou foi só imaturidade, um dia ruim, se perdoe e peça perdão. Se não sabe o que fez, se perdoe e peça perdão. Se fizeram contigo, perdoe.
Recomendo fortemente, fortemente mesmo o livro o poder oculto da amabilidade. E como sou católica, recomendo assistir o filme são Filipe neri, te dará sentido à vida, vai por mim.